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Seu smart watch pode prever seu futuro...

  • Foto do escritor: Luiz Felipe Monsanto Fernandes Alves
    Luiz Felipe Monsanto Fernandes Alves
  • 19 de jan.
  • 5 min de leitura

Uma métrica simples que revela muito sobre equilíbrio e desempenho.


  • VFC - Uma métrica muito importante que pode prever como seu corpo "vai se comportar/performar”

  • REPOST! Algumas recomendações para ver, ler e ouvir!



Variabilidade da Frequência Cardíaca: quando o corpo fala antes do cansaço


O que não pode ser mensurado, não pode ser melhorado…

Esta semana recebemos um casal de amigos muito querido em casa, e quando eles viram que eu estava com um "smart watch” eles perguntaram se eu usava o relógio para alguma coisa além do monitoramento dos meus treinos e da frequência cardíaca.

Rapidamente percebi que seria muito interessante colocar essa informação aqui e ela pode ser valiosa!

Muita gente olha só para a frequência cardíaca.Mas quem quer performar melhor precisa olhar um pouco além.

variabilidade da frequência cardíaca (VFC) mede algo simples e poderoso:👉 o tempo entre um batimento e outro do coração. Por exemplo… quando a sua FC basal está em 80 não quer dizer que o intervalo entre cada batimento seja exatamente igual. Pequenas alterações entre um batimento e outro, coisa de milissegundos, apontam um equilíbrio metabólico melhor, assim como o contrário.

Um coração saudável não bate de forma perfeitamente regular.Essas pequenas variações mostram o quanto o corpo está equilibrado entre esforço e recuperação.

A VFC ajuda a responder perguntas como:

  • “Estou recuperado para treinar forte hoje?”

  • “Devo manter o treino ou reduzir a carga?”

  • “Meu corpo está assimilando o treinamento?”

  • “O estresse do trabalho está impactando meu rendimento?”


 Como a VFC é medida na prática?


Hoje, vários dispositivos conseguem medir VFC de forma confiável:

  • Apple Watch

  • Garmin

  • Polar

  • Corus

  • Oura Ring


📈 Como usar a VFC no dia a dia (de forma inteligente)


1️⃣ Observe tendências, não um número isolado

  • Quedas persistentes por 2–3 dias → alerta

  • Subidas graduais → boa adaptação


2️⃣ Ajuste o treino

  • 🔼 VFC normal ou acima do seu padrão

    → dia bom para treino intenso ou longo

  • 🔽 VFC abaixo do padrão

    → priorize treino leve, técnica ou descanso

👉 Isso reduz risco de overtraining, lesões e até mesmo infecções oportunistas. Ou seja, ele pode até "prever” se você pode ficar gripado.


3️⃣ Avalie recuperação e estilo de vida

A VFC cai com:

  • pouco sono

  • álcool

  • estresse emocional

  • excesso de treino

  • doença

E sobe com:

  • sono de qualidade

  • hidratação

  • respiração controlada

  • treino bem distribuído

  • recuperação ativa


4️⃣ Use a VFC como feedback, não como regra

Ela orienta, mas não manda.

Se:

  • a VFC está baixa

  • e você se sente mal

    → respeite

Se:

  • a VFC está levemente baixa

  • mas você se sente bem

    → ajuste, não cancele


⚠️ Erros comuns ao usar VFC

❌ Comparar seu número com o de outras pessoas❌ Entrar em paranoia por quedas pontuais❌ Usar VFC isoladamente, sem contexto❌ Ignorar sinais clínicos (fadiga, dor, queda de rendimento)

📌 Cada pessoa tem seu “baseline”.


🧠 Em resumo

A VFC mostra o quanto seu corpo está pronto para lidar com o estresse — seja ele treino, trabalho ou vida.

Para quem busca performance:

  • treinar bem

  • recuperar melhor

  • evitar lesões

  • sustentar evolução a longo prazo


Agora eu vou te mostrar do ponto de vista prático como você pode achar essa informação no seu iPhone:

VFC (Variabilidade da Frequência Cardíaca) fica registrada no app Saúde quando você usa um Apple Watch (se você autorizou a coleta de dados por outros APPs ele também pegará informações do seu Garmin/Polar…)


Passo a passo

  1. Abra o app Saúde no iPhone

  2. Toque em Explorar (aba inferior direita)

  3. Selecione Coração

  4. Toque em Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC)

  5. Veja os valores em Dia, Semana, Mês ou Ano

  6. Toque em um ponto do gráfico para ver o valor em ms e o horário da medição

Por exemplo, este é o meu painel no momento em que estou escrevendo à vocês. Neste dia em que a VFC caiu muito eu dormi muito tarde no domingo e acordei muitas vezes por conta do Dudu. Logo, segunda-feira não era o melhor dia para fazer um treino puxado.



Legal né? Experimenta usar essa ferramenta também! Ela é validada em vários esportes, clubes de futebol, basquete, etc…



Para Ver 👀 :


Andrew Huberman é um neurocientista, professor da Universidade de Stanford, especializado em neuroplasticidade, visão, estresse, sono e comportamento humano. Ele se tornou mundialmente conhecido por traduzir ciência de alto nível em orientações práticas, sempre baseadas em evidência científica.


Ele é o criador do Huberman Lab, um dos maiores podcasts de ciência e saúde do mundo.

  • Possui milhões de ouvintes por episódio

  • Está consistentemente entre os mais escutados do Spotify e Apple Podcasts

  • Aborda temas como sono, foco, exercício, longevidade, saúde mental e performance, com episódios longos, profundos e didáticos

Por que ele é tão influente?

  • Une rigor científico + aplicação prática

  • Fala diretamente com o público leigo sem simplificar demais

  • Influencia desde atletas e médicos até executivos e criadores de conteúdo

Em resumo: Huberman é hoje uma das principais vozes globais em ciência aplicada à saúde e performance humana, e seu podcast é uma verdadeira plataforma de educação científica em escala massiva.

Neste episódio abaixo ele conversa com James Clear, autor do bestseller “Habitos Atômicos”. Eu achei o episódio incrível e uma ferramenta muito boa para você treinar o seu inglês!


Para ler 📖 :


📖 Meu próximo livro da fila: How Bad Do You Want It?, do Matt Fitzgerald.

Foi indicado por um professor da Pós graduação de medicina do Esporte então mesmo sem ler eu já achei interessante compartilhar a informação….

Pelo que já vi, é um livro que bate exatamente onde dói (e onde importa 😅): a cabeça. A ideia central é que desempenho não é só físico — muitas vezes, o que limita a gente é como interpretamos o esforço, a dor e o desconforto. Ele usa histórias reais de atletas de endurance pra mostrar que quem vai além não é necessariamente quem tem o melhor corpo, mas quem aprende a lidar melhor com a percepção de esforço.

Em resumo, parece aquele tipo de leitura que faz você repensar treino, prova e até a vida fora do esporte. Não é sobre “aguentar mais”, é sobre pensar diferente quando fica difícil. Tudo indica que vai render bons insights. 💭💪


Para ouvir 🎧:


Sabe aquela música que você já ouviu, gostou e não sabe o nome?

Então… pode ser essa:

No Instagram, “Atlantis” viralizou em muitos Reels, com milhares de vídeos usando o áudio — mais de 135 mil Reels com essa música — principalmente em conteúdos que querem transmitir aquele clima de saudade, reflexão ou momentos mais melancólicos.

O som se encaixa muito bem nesse formato porque tem uma vibe emocional e melódica, o que ajuda quem cria Reels a conectar com quem está assistindo — seja lembrando de alguém, seja refletindo sobre momentos da própria história. Excelente pra seus post com momentos emocionantes com a família!


É isso pessoal, chegamos ao fim do quarto post do #coraçãoFORTE!

Espero que estejam curtindo.

Se achou interessante e gostou do formato, manda pra mim ou posta aquele stories tomando um café (sem açucar) no café da manhã”! Vou ficar feliz se você, como dizem meus conterrâneos cariocas, me "der essa moral” 👊🏼

Um forte abraço, de coração,

— MONSANTO

 
 
 

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